quinta-feira, 9 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Festa da Caipirinha no parque de lazer da Pesqueira
A Associação Recreativa e Cultural das Azenhas (A.R.C.A.) promove esta terça-feira pelas 21H30, no parque de lazer da Pesqueira em Ganfei, a festa da Caipirinha!
Para quem é amante desta refrescante bebida originária do Brasil, já não tem desculpa para faltar...
Compareça e divirta-se.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Cartaz das festas do concelho de Valença - 2012
Para os interessados aqui fica o cartaz de promoção das festas do concelho de Valença para o corrente ano de 2012:
terça-feira, 31 de julho de 2012
A GNR caça em Ganfei
A lei é para cumprir, mas é toda a lei e não só alguma (ou parte dela). Porque é que a GNR não mostra assim uma mão tão firme no controlo do tráfico e do consumo de droga uns metros mais abaixo do quartel em Valença? É que não precisariam sequer de utilizar os carros patrulha, bastaria tão só esconderem-se, assim como se escondem para apanhar um cidadão que não colocou o cinto de segurança quando circula no interior da freguesia... O Comandante da GNR de Valença - que ao que parece transitou da Brigada de Trânsito para a GNR - bem que poderia organizar grandes operações de combate à droga ou outro tipo de criminalidade, assim como as que organiza para fiscalização de trânsito. É que os GNR`s de Valença contribuiriam mais para a segurança da população (que é isso que lhes é exigido) se prendessem dois ou três traficantes/consumidores por semana, do que contribuem quando passam o tempo escondidos em becos para fazerem duas ou três multas de trânsito por dia!
Já agora aproveito o momento para relembrar o Comandante da GNR de Valença que chegámos a mais uma época estival, época esta que é propicia à ocorrência de inúmeros incêndios florestais nas nossas matas já muito fustigadas. É de todo compreensível que retire os seus homens dos locais habituais onde se encontram escondidos nos interiores das aldeias e os exorte a caçar nas nossas matas, aqueles que são os verdadeiros criminosos.
Até breve
quinta-feira, 11 de março de 2010
O convento de Ganfei
O Convento de Ganfei é um mosteiro beneditino, situado no concelho de Valença, que remonta provavelmente ao século VII e é constituído por uma Igreja românica de três naves.
A fundação do mosteiro foi feita no período visigótico, provavelmente no século XII, o Convento de São Salvador de Ganfei albergou durante várias centúrias uma importante comunidade beneditina, sendo a partir do século XVI padroado dos Marqueses de Vila Real. Segundo uma inscrição no claustro o mosteiro foi destruído no ano 1000 pelo chefe árabe Almançor, sendo reconstruído em 1018 sob o patrocínio de Ganfried ou Ganfei, um cavaleiro francês que se tornou um santo, derivando do seu nome o nome da povoação e do mosteiro.
A fundação do mosteiro foi feita no período visigótico, provavelmente no século XII, o Convento de São Salvador de Ganfei albergou durante várias centúrias uma importante comunidade beneditina, sendo a partir do século XVI padroado dos Marqueses de Vila Real. Segundo uma inscrição no claustro o mosteiro foi destruído no ano 1000 pelo chefe árabe Almançor, sendo reconstruído em 1018 sob o patrocínio de Ganfried ou Ganfei, um cavaleiro francês que se tornou um santo, derivando do seu nome o nome da povoação e do mosteiro.
Nos séculos XVII e XVIII o complexo conventual foi objecto de inúmeras campanhas de obras, que alteraram de forma definitiva a estrutura original.
A construção do claustro iniciou-se em 1632 (ROSAS, 1991, p. 324), na mesma época em que se encetaram obras de reparação na fachada do templo conventual.
O templo é constituído por três naves e quatro tramos, sem transepto saliente e cobertura de madeira, assente sobre pilares rectangulares que se ligam ás naves laterais por arcos de descarga. A destruição da fachada não preservou nada da escultura do portal. A cabeceira , inicialmente tripartida, era constituída por uma ábside semicircular, hoje setecentista e rectangular, e dois absidíolos de planta idêntica.
O espaço claustral é constituído por dois pisos separados por friso, o primeiro formado por arcada jónica, o segundo com janelas de sacada com guarda de ferro.
No espaço da cerca, que originalmente funcionava como espaço agrícola, foram edificadas diversas fontes e escadarias, que definem a divisão dos espaços, bem como as dependências de lavoura, de piso único.
Para quem desejar visitar o Convento de Ganfei, veja no mapa aqui
IPPAR - Instituto Português do Património Arquitetónico
Wikipédia
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Inscrição para quem conseguir decifrar...
Esta é uma inscrição presente que está numa espécie de túmulo, no interior da Igreja do Convento Beneditino de Ganfei. Desde sempre que me despertou curiosidade aqueles dizeres, mas por muito que eu gaste o latim não sei 100 % o que lá diz... Bem, pegando num pouco da história de Ganfei e em particular do Mosteiro, encontrei:"Terá sido reedificado em 1018 por D. Ganfrido, Gaifeiros ou Ganfei. As suas relíquias, conservadas na capela – mor, eram muito veneradas pelo poder milagreiro sobre doenças de crianças, a tosse e as febres infantis, e atraíam devotos de ambas as margens do rio."Mas qual a importância então, de D. Ganfrido (ou Ganfei; ou Gaifeiros?!) para a freguesia? Terá sido ele outrora, alguém que Ganfei jamais devesse esquecer? A ver...
"Ao Mosteiro de Ganfei está associada uma figura que tem tanto de histórica como de lendária, D. Ganfrido ou Ganfei. Figura a que muitos associam a origem do nome da freguesia de Ganfei.
A lenda e a tradição dizem que deveu-se a D. Ganfrido a reconstrução do mosteiro no ano de 1018, após ter sido destruído pelo exercito árabe, liderado por Almançor no ano de 997.Uma inscrição no altar-mor do mosteiro sugere-nos que foi aqui abade e morreu com fama de santidade. A lenda aponta-o, ainda, como cavaleiro francês, com fama de herói e que deu o nome à própria freguesia.Os seus restos mortais, do cavaleiro ou do abade, repousam na capela-mor do convento e durante séculos foram objecto de muita veneração, não só pelos locais, mas também, por toda a região. Ao afamado “santo” são atribuídos grandes poderes milagrosos sobre as doenças das crianças, sobretudo, a tosse e as febres infantis."
Bem, afinal parece que D. Ganfrido foi uma figura de relevo na sua época e incontornavelmente associado ao nome da freguesia. Mas então porque é que não se fala nele? Porque não se ensina sobre ele? Porque não se estuda sobre ele, visto haver interrogações ao ponto de nem o nome dele se saber com alguma certeza?
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